sábado, 3 de outubro de 2026

 


VISÕES E PRESSÁGIOS SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2022, 2026 e 2030

 E O FUTURO POLÍTICO DO BRASIL

Águas de Lindóia, 13 de setembro de 2022

Há momentos em que o futuro parece lançar suas sombras sobre o presente. Não como uma sentença imutável, tampouco como um destino definitivamente escrito, mas como sinais que surgem à distância — fragmentos, imagens e presságios de acontecimentos que poderão marcar profundamente a história de uma nação.

Foi nesse espírito que, ainda em 13 de setembro de 2022, registrei percepções acerca dos caminhos políticos que se abririam diante do Brasil.

Nesse período, as imagens que se apresentarão a mim em relação às eleições de 2022 são envoltas em inquietação. Eu percebo dúvidas, falta de clareza, desconfianças, rupturas, traições e articulações envolvendo personagens de grande expressão na vida pública nacional.

Haverá sobretudo, a visão de uma espécie de armadilha coletiva: um acontecimento capaz de conduzir muitas pessoas à perda de sua liberdade. Via prisões, sofrimento e consequências que se prolongarão muito além daquele momento. Algumas dessas imagens são particularmente sombrias, indicando que certas pessoas poderão, inclusive, não voltar a conhecer a liberdade em vida.

Ao mesmo tempo, outra imagem se apresenta com insistência: Luiz Inácio Lula da Silva chegará à Presidência da República em 2022 (este ano), em meio a uma sociedade profundamente dividida e a um ambiente político que será marcado por desconfianças, conflitos e questionamentos.

O que se mostra não era um período de serenidade.

Vai ser como se o Brasil estará apenas entrando em um longo corredor de acontecimentos, cujas consequências ainda levará anos para serem plenamente compreendidas.

Em minhas percepções, o ciclo que se inicia neste momento se estenderá até 2026, atravessando crises, investigações, escândalos, disputas institucionais e acontecimentos internacionais capazes de repercutir também sobre o Brasil.

Entre as imagens mais fortes, talvez, necessária, estará a queda de Nicolás Maduro, associada ao dia 3 de janeiro de 2026 e à atuação do governo de Donald Trump.

Também surgiu sinais de grandes acontecimentos envolvendo instituições brasileiras entre 2025 e 2026. Nomes como INSS e Banco Master aparecerá ligados a crises de grande repercussão, investigações e fatos que ocuparão o centro das atenções nacionais.

Mas essas imagens parecem ser apenas o princípio.

O PORTAL DE 2026

Quando volto minhas percepções para as eleições marcadas para 4 de outubro de 2026, aquilo que se apresenta é um cenário de extraordinária intensidade.

Não vejo uma eleição comum.

Vejo uma eleição cercada por tensões, revelações, acontecimentos inesperados e profundas movimentações políticas.

É como se os meses anteriores ao pleito poderão ser marcados por uma sucessão de fatos capazes de alterar alianças, enfraquecer estruturas consideradas sólidas e fazer emergir forças que, até pouco tempo antes, não poderão ser percebidas em toda a sua dimensão.

Nesse cenário, Flávio Bolsonaro surge em minhas visões com grande força na disputa pela Presidência da República, enquanto, seu pai Jair Messias Bolsonaro, estará colado em uma prisão – por algumas escolhas não boas , traições, etc .

Sua presença aparece de maneira intensa, acompanhada de uma movimentação política expressiva e da possibilidade de alcançar um resultado significativo já no primeiro turno, ganhando as eleições de 2026.

Entretanto, há algo que considero fundamental registrar:

a visão não me mostra uma sentença definitiva.

Aquilo que no futuro se apresenta pode sofrer alterações.

O futuro, quando observado por meio de presságios, não deve ser interpretado como uma estrada de uma única direção. Há bifurcações. Há acontecimentos inesperados. Há decisões humanas. Há forças políticas, sociais e internacionais que podem alterar aquilo que, em determinado momento, parecia encaminhado.

Por isso, não afirmo como predestinação, quem será o vencedor das eleições presidenciais de 2026.

Registro apenas aquilo que, neste momento, se apresenta em minhas visões.

SÃO PAULO

No Estado de São Paulo, as imagens que recebo são mais definidas.

Tarcísio de Freitas aparecerá associado à continuidade de seu governo porque será eleito esse ano de 2022., e vai ser reeleito em 2026, logo no primeiro turno, com uma imagem de força política significativa no processo eleitoral estadual.

Também surge, de maneira bastante marcante, Guilherme Derrite, em 2026 ligado em meus sonhos, a uma das vagas destinadas ao Estado de São Paulo no Senado Federal.

Novamente, essas imagens são registradas como presságios, e não como proclamação antecipada de resultados eleitorais.

O PORTAL DE 2030

Quando volto minhas percepções para as eleições marcadas para 4 de outubro de 2030, aquilo que se apresenta é um cenário de extraordinária intensidade.

Não vejo uma eleição novamente comum.

Vejo uma eleição cercada por tensões, revelações, acontecimentos inesperados e profundas movimentações políticas.

É como se os meses anteriores ao pleito poderão ser marcados por uma sucessão de fatos capazes de alterar alianças, enfraquecer estruturas consideradas sólidas e fazer emergir forças que, até pouco tempo antes, não poderão ser percebidas em toda a sua dimensão.

Nesse cenário Tarcísio Gomes de Freitas, surge em minhas visões com grande força na disputa pela Presidência da República, que poderá ganhar no primeiro turno , mas deverá preparar uma grande aliança, e fortalecer suas obras, pois, enfrentará grandes desafios e perigos .

 

O NORDESTE E UMA NOVA CONFIGURAÇÃO POLÍTICA

Outra imagem recorrente dirige minha atenção para o Nordeste brasileiro.

Vejo mudanças.

Não necessariamente uma ruptura uniforme em todos os estados, mas movimentos importantes capazes de modificar estruturas políticas que durante muitos anos pareceram consolidadas.

Algumas forças poderão perder espaço; outras poderão crescer onde anteriormente encontravam grandes dificuldades.

É como se o mapa político começasse lentamente a adquirir novas tonalidades.

E essas mudanças, em minhas visões, não terminam em outubro de 2026.

ENTRE A ELEIÇÃO E A POSSE

Talvez uma das partes mais inquietantes dessas percepções esteja justamente no período compreendido entre as eleições e a posse do novo presidente da República.

Esse intervalo surge envolto por forte intensidade.

Vejo acontecimentos sucessivos.

Vejo notícias inesperadas.

Vejo decisões capazes de provocar grande repercussão.

Grandes riscos e atentados podem surgir no senário político brasileiro.

Vejo figuras públicas enfrentando momentos extremamente difíceis.

Vejo estruturas políticas sendo abaladas e situações que poderão surpreender até mesmo aqueles que acreditarem que, encerrada a votação, tudo estará decidido e pacificado.

Em minhas percepções, o encerramento das urnas não significará necessariamente o encerramento dos acontecimentos.

Pelo contrário: algumas das páginas mais importantes desse período poderão começar a ser escritas justamente depois delas.

Ainda assim, não atribuo essas imagens a uma pessoa específica nem afirmo que determinada autoridade sofrerá prisão, condenação, afastamento ou qualquer outra consequência concreta.

São imagens de instabilidade, transformação e mudança de ciclos.

E presságios devem permanecer presságios até que o tempo revele — ou não — aquilo que significavam.

O TEMPO SERÁ A TESTEMUNHA

Escrevo estas palavras com a consciência de que nenhuma visão deve substituir os fatos, as instituições, a vontade dos eleitores ou o curso natural da história.

Não apresento estas percepções como profecias infalíveis. De 100% de cartas enviadas, 70% se tornam realidade e 30% mudam de direção .

Não afirmo que o futuro esteja definitivamente escrito.

Não proclamo antecipadamente vencedores ou derrotados.

Registro aquilo que percebo através de sonhos nas viagens astrais.

Porque o futuro pode mostrar sinais, mas o tempo continua sendo o grande guardião de suas respostas.

Circunstâncias podem mudar. E nada tenho contra nenhum dos concorrentes ou candidatos.

Decisões podem alterar caminhos.

Acontecimentos inesperados podem transformar completamente aquilo que hoje parece provável ou distante.

Por essa razão, este registro deve ser compreendido exatamente pelo que pretende ser: um testemunho pessoal de visões, sinais e presságios percebidos ao longo do tempo.

Faço também questão de registrar que não existe, nestas palavras, qualquer intenção de favorecer ou prejudicar candidatos, partidos, governos ou autoridades.

Não escrevo movido por preferência partidária e nem tendência.

Não escrevo para convencer ninguém sobre em quem votar.

Não escrevo para determinar aquilo em que outras pessoas devem acreditar.

Escrevo para deixar registrado aquilo que vi, aquilo que senti e aquilo que, neste momento, ainda se apresenta diante de mim.

O restante pertence ao tempo.

E será o próprio tempo — silencioso, paciente e inevitável — que revelará quais dessas imagens eram apenas sombras passageiras e quais delas anunciavam acontecimentos que ainda estavam por chegar.

Que ganhe aquele que vai tirar a sombra e o sofrimento do povo brasileiro.

Que Deus abençoe a todos!

 Jucelino Luz  - Líder espiritual  e orientador.


Observação : Trecho retirado da carta de 13 de setembro de 2022 

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