VISÕES E PRESSÁGIOS SOBRE AS
ELEIÇÕES DE 2022, 2026 e 2030
E O FUTURO POLÍTICO DO BRASIL
Águas de Lindóia, 13 de
setembro de 2022
Há momentos em que o futuro
parece lançar suas sombras sobre o presente. Não como uma sentença imutável,
tampouco como um destino definitivamente escrito, mas como sinais que surgem à
distância — fragmentos, imagens e presságios de acontecimentos que poderão
marcar profundamente a história de uma nação.
Foi nesse espírito que, ainda
em 13 de setembro de 2022, registrei percepções acerca dos caminhos políticos
que se abririam diante do Brasil.
Nesse período, as imagens que
se apresentarão a mim em relação às eleições de 2022 são envoltas em
inquietação. Eu percebo dúvidas, falta de clareza, desconfianças, rupturas,
traições e articulações envolvendo personagens de grande expressão na vida
pública nacional.
Haverá sobretudo, a visão de
uma espécie de armadilha coletiva: um acontecimento capaz de conduzir muitas
pessoas à perda de sua liberdade. Via prisões, sofrimento e consequências que
se prolongarão muito além daquele momento. Algumas dessas imagens são particularmente
sombrias, indicando que certas pessoas poderão, inclusive, não voltar a
conhecer a liberdade em vida.
Ao mesmo tempo, outra imagem
se apresenta com insistência: Luiz Inácio Lula da Silva chegará à Presidência
da República em 2022 (este ano), em meio a uma sociedade profundamente dividida
e a um ambiente político que será marcado por desconfianças, conflitos e
questionamentos.
O que se mostra não era um
período de serenidade.
Vai ser como se o Brasil estará
apenas entrando em um longo corredor de acontecimentos, cujas consequências
ainda levará anos para serem plenamente compreendidas.
Em minhas percepções, o ciclo
que se inicia neste momento se estenderá até 2026, atravessando crises,
investigações, escândalos, disputas institucionais e acontecimentos
internacionais capazes de repercutir também sobre o Brasil.
Entre as imagens mais fortes,
talvez, necessária, estará a queda de Nicolás Maduro, associada ao dia 3 de
janeiro de 2026 e à atuação do governo de Donald Trump.
Também surgiu sinais de
grandes acontecimentos envolvendo instituições brasileiras entre 2025 e 2026.
Nomes como INSS e Banco Master aparecerá ligados a crises de grande
repercussão, investigações e fatos que ocuparão o centro das atenções
nacionais.
Mas essas imagens parecem ser
apenas o princípio.
O PORTAL DE 2026
Quando volto minhas percepções
para as eleições marcadas para 4 de outubro de 2026, aquilo que se apresenta é
um cenário de extraordinária intensidade.
Não vejo uma eleição comum.
Vejo uma eleição cercada por
tensões, revelações, acontecimentos inesperados e profundas movimentações
políticas.
É como se os meses anteriores
ao pleito poderão ser marcados por uma sucessão de fatos capazes de alterar
alianças, enfraquecer estruturas consideradas sólidas e fazer emergir forças
que, até pouco tempo antes, não poderão ser percebidas em toda a sua dimensão.
Nesse cenário, Flávio
Bolsonaro surge em minhas visões com grande força na disputa pela Presidência
da República, enquanto, seu pai Jair Messias Bolsonaro, estará colado em uma
prisão – por algumas escolhas não boas , traições, etc .
Sua presença aparece de
maneira intensa, acompanhada de uma movimentação política expressiva e da
possibilidade de alcançar um resultado significativo já no primeiro turno,
ganhando as eleições de 2026.
Entretanto, há algo que
considero fundamental registrar:
a visão não me mostra uma
sentença definitiva.
Aquilo que no futuro se
apresenta pode sofrer alterações.
O futuro, quando observado por
meio de presságios, não deve ser interpretado como uma estrada de uma única
direção. Há bifurcações. Há acontecimentos inesperados. Há decisões humanas. Há
forças políticas, sociais e internacionais que podem alterar aquilo que, em
determinado momento, parecia encaminhado.
Por isso, não afirmo como
predestinação, quem será o vencedor das eleições presidenciais de 2026.
Registro apenas aquilo que,
neste momento, se apresenta em minhas visões.
SÃO PAULO
No Estado de São Paulo, as
imagens que recebo são mais definidas.
Tarcísio de Freitas aparecerá associado
à continuidade de seu governo porque será eleito esse ano de 2022., e vai ser reeleito
em 2026, logo no primeiro turno, com uma imagem de força política significativa
no processo eleitoral estadual.
Também surge, de maneira
bastante marcante, Guilherme Derrite, em 2026 ligado em meus sonhos, a uma das
vagas destinadas ao Estado de São Paulo no Senado Federal.
Novamente, essas imagens são
registradas como presságios, e não como proclamação antecipada de resultados
eleitorais.
O PORTAL DE 2030
Quando volto minhas percepções
para as eleições marcadas para 4 de outubro de 2030, aquilo que se apresenta é
um cenário de extraordinária intensidade.
Não vejo uma eleição novamente
comum.
Vejo uma eleição cercada por
tensões, revelações, acontecimentos inesperados e profundas movimentações
políticas.
É como se os meses anteriores
ao pleito poderão ser marcados por uma sucessão de fatos capazes de alterar
alianças, enfraquecer estruturas consideradas sólidas e fazer emergir forças
que, até pouco tempo antes, não poderão ser percebidas em toda a sua dimensão.
Nesse cenário Tarcísio
Gomes de Freitas, surge em minhas visões com grande força na
disputa pela Presidência da República, que poderá ganhar no primeiro turno ,
mas deverá preparar uma grande aliança, e fortalecer suas obras, pois, enfrentará
grandes desafios e perigos .
O NORDESTE E UMA NOVA
CONFIGURAÇÃO POLÍTICA
Outra imagem recorrente dirige
minha atenção para o Nordeste brasileiro.
Vejo mudanças.
Não necessariamente uma
ruptura uniforme em todos os estados, mas movimentos importantes capazes de
modificar estruturas políticas que durante muitos anos pareceram consolidadas.
Algumas forças poderão perder
espaço; outras poderão crescer onde anteriormente encontravam grandes
dificuldades.
É como se o mapa político
começasse lentamente a adquirir novas tonalidades.
E essas mudanças, em minhas
visões, não terminam em outubro de 2026.
ENTRE A ELEIÇÃO E A POSSE
Talvez uma das partes mais
inquietantes dessas percepções esteja justamente no período compreendido entre
as eleições e a posse do novo presidente da República.
Esse intervalo surge envolto
por forte intensidade.
Vejo acontecimentos
sucessivos.
Vejo notícias inesperadas.
Vejo decisões capazes de
provocar grande repercussão.
Grandes riscos e atentados
podem surgir no senário político brasileiro.
Vejo figuras públicas
enfrentando momentos extremamente difíceis.
Vejo estruturas políticas
sendo abaladas e situações que poderão surpreender até mesmo aqueles que
acreditarem que, encerrada a votação, tudo estará decidido e pacificado.
Em minhas percepções, o
encerramento das urnas não significará necessariamente o encerramento dos
acontecimentos.
Pelo contrário: algumas das
páginas mais importantes desse período poderão começar a ser escritas
justamente depois delas.
Ainda assim, não atribuo essas
imagens a uma pessoa específica nem afirmo que determinada autoridade sofrerá
prisão, condenação, afastamento ou qualquer outra consequência concreta.
São imagens de instabilidade,
transformação e mudança de ciclos.
E presságios devem permanecer
presságios até que o tempo revele — ou não — aquilo que significavam.
O TEMPO SERÁ A TESTEMUNHA
Escrevo estas palavras com a
consciência de que nenhuma visão deve substituir os fatos, as instituições, a
vontade dos eleitores ou o curso natural da história.
Não apresento estas percepções
como profecias infalíveis. De 100% de cartas enviadas, 70% se tornam realidade
e 30% mudam de direção .
Não afirmo que o futuro esteja
definitivamente escrito.
Não proclamo antecipadamente
vencedores ou derrotados.
Registro aquilo que percebo
através de sonhos nas viagens astrais.
Porque o futuro pode mostrar
sinais, mas o tempo continua sendo o grande guardião de suas respostas.
Circunstâncias podem mudar. E
nada tenho contra nenhum dos concorrentes ou candidatos.
Decisões podem alterar
caminhos.
Acontecimentos inesperados
podem transformar completamente aquilo que hoje parece provável ou distante.
Por essa razão, este registro
deve ser compreendido exatamente pelo que pretende ser: um testemunho pessoal
de visões, sinais e presságios percebidos ao longo do tempo.
Faço também questão de
registrar que não existe, nestas palavras, qualquer intenção de favorecer ou
prejudicar candidatos, partidos, governos ou autoridades.
Não escrevo movido por
preferência partidária e nem tendência.
Não escrevo para convencer
ninguém sobre em quem votar.
Não escrevo para determinar
aquilo em que outras pessoas devem acreditar.
Escrevo para deixar registrado
aquilo que vi, aquilo que senti e aquilo que, neste momento, ainda se apresenta
diante de mim.
O restante pertence ao tempo.
E será o próprio tempo —
silencioso, paciente e inevitável — que revelará quais dessas imagens eram
apenas sombras passageiras e quais delas anunciavam acontecimentos que ainda
estavam por chegar.
Que ganhe aquele que vai tirar
a sombra e o sofrimento do povo brasileiro.
Que Deus abençoe a todos!
Jucelino Luz
- Líder espiritual e orientador.
Observação : Trecho retirado da carta de 13 de setembro de 2022






